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Regional Oeste 1 define metas para 2021

Em reunião no dia 27/11, as Coordenadoras e os Coordenadores das Pastorais, dos Movimento e dos Serviços, os Coordenadores Diocesano de Pastoral, alguns Bispos e o Secretário Executivo, decidiram que em 2021, o sonho, que deveria ser realizado em 2020, vai continuar.

Iluminados pela inspiração da Ir. Irmã Maria Aparecida Barboza, Religiosa da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, de Porto Alegre RS, que nos brindou com uma belíssima reflexão sobre a Iniciação à Vida Cristã como um processo de conversão, o Regional reafirmou que para 2021, o seu Objetivo continuará sendo aquele de “EVANGELIZAR no Mato Grosso do Sul cada vez mais urbano, pelo anúncio da Palavra de Deus, formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo, em comunidades eclesiais missionárias, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, cuidando da Casa Comum e testemunhando o Reino de Deus rumo à plenitude”. Isso porque visualiza como urgência, a construção de uma Identidade Eclesiológica para o Regional Oeste 1, partindo na Iniciação à Vida Cristã para todos, fundamentada nas Diretrizes  Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, 2019-2023.

Nesta perspectiva aparece um Horizonte aonde se sonha chegar o quanto antes: uma Igreja Samaritana e em saída, que vê, sente compaixão e cuida dos mais vulneráveis de nosso Regional, Povos Originários e Tradicionais, Juventudes, e tantos irmãos e tantas irmãs que perambulam pelas periferias sociais e existenciais de nossas cidades e comunidades. Para fazer acontecer esse projeto de evangelização foram estabelecidas 04 prioridades:

  1. O Itinerário da iniciação à vida cristã, de inspiração catecumenal (Doc 107) como fio condutor de todos nossos projetos pastorais, serviços e movimentos na perspectiva de pensar e  gerar  um mundo mais aberto (FT Cap. III).
  2. A solidariedade de coração aberto dialogando e construindo uma amizade social (FT Cap. IV) com os mais vulneráveis e descartados de nossa sociedade Sul Mato-grossense.
  3. A Pastoral Juvenil, considerá-la como pastoral histórica e para tal investir tempo, energia e recurso para não termos que chorar a morte de nossos jovens ceifados pela miséria e a violência, ajudando a nossa sociedade a se tornar uma “mãe solidária” (ChV, 75)
  4. A defesa da vida do início ao fim natural, criando caminhos para um novo encontro com a humanidade (FT Cap. VII).

Confira a notícia na íntegra no site do regional.

 


Fonte: Noticias da CNBB

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