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“É Tempo de Cuidar” é maior ação solidária da história recente da Igreja no Brasil

A Ação Emergencial Solidária “É Tempo de Cuidar” da Igreja no Brasil, coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela Cáritas Brasileira, registrou, até o dia 27 de julho, 535 ações em 124 dioceses brasileiras. Segundo o secretário-executivo de Campanhas da CNBB, padre Patriky Samuel Batista, muitas dioceses têm feito muitas coisas, ao todo são 278 circunscrições eclesiásticas no Brasil, sendo 217 dioceses e 45 arquidioceses, mas ainda nem todas partilharam e socializaram o que estão realizando.

Até agora foram arrecadados cerca de 4 mil toneladas de itens alimentícios, entregues 438 mil unidades de alimentos próprios para consumo, 267 mil kits de higiene e limpeza, 212 mil equipamentos de projeção individual e 278 mil peças de roupas e calçados. Mais de 680 mil pessoas mais necessitadas foram beneficias pela solidariedade que mobilização cristãos em todo o país no contexto da pandemia.

O padre informa que não significa que as outras 154 dioceses não estejam também realizando algum tipo de ação ou projeto para mitigar as dificuldades encontradas no contexto do avanço do novo coronavírus, mas chamou a atenção para a importância de registrarem estas ações e para o fato de que os números podem ser maiores.

O membro do Comitê Gestor da Campanha e assessor da Cáritas Brasileira, Fernando Zamban, informou que a campanha tem dois vieses. O primeiro, segundo ele, é operacional e pragmático de que que se vê da arrecadação de alimentos, de itens de higiene e equipamentos de proteção individual. O segundo está ligado ao resgate de uma cultura de solidariedade adormecida na Igreja no Brasil que, com a situação da pandemia, se tornou mais pulsante na vida de cada cristão do nosso país.

Trata-se, em sua avaliação, da maior ação de solidariedade da história recente da Igreja no Brasil. “Muitas pessoas estão fazendo o esforço muito grande de registrar e sistematizar os resultados obtidos com as ações solidárias emergenciais nas suas comunidades, paróquias e dioceses. Os registros ajudam a tomar decisões sobre o andamento da ação e estimular novas pessoas a fazer gestos concretos em favor das pessoas que mais precisam da nossa ajuda neste momento”, reforçou. 

Como garantir o registro das ações?

Toda Ação Solidária Emergencial, em qualquer âmbito ou dimensão, deverá ser registrada. Por exemplo, se 10 paróquias realizarem ações, 10 formulários devem ser registrados. Caso as paróquias apresentem dificuldades nos registros, a diocese poderá responder apenas um formulário unificando as informações, desde que as paróquias não respondam individualmente para não duplicar resultados.

Se a resposta for parcial, o Comitê organizador da campanha recomenda responder apenas com os dados correspondentes ao período que a ação foi realizada e não ao total acumulado. As ações realizadas antes do lançamento da Ação Solidária Emergencial também devem ser registradas. O formulário para inserir os dados da sua comunidade, paróquia ou grupo pode ser acessado aqui.

As ações podem ser visualizadas item por item (itens alimentícios, kits de higiene, alimentos prontos para o consumo, equipamentos de proteção individual e recursos financeiros). da campanha visualizados no mapa do  gerado pelo sistema que sistematiza os dados. Como na fotografia abaixo. O mapa pode ser acessado aqui.

Dúvidas podem ser esclarecidas no e-mail: fernandozamban@caritas.org.br ou fone: 61 9.8224-0307.

Foto capa: arquivo Cáritas Minas Gerais

 

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Fonte: Noticias da CNBB

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