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Pastoral divulga as Diretrizes da Associação de Medicina Intensiva Brasileira sobre uso de (hidroxi) cloroquina

No dia 18 de maio, foram publicadas Diretrizes para o Tratamento Farmacológico da COVID-19 como consenso da Associação de Medicina Intensiva Brasileira, da Sociedade Brasileira de Infectologia e da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia:“Recomendação 1: Sugerimos não utilizar hidroxicloroquina ou cloroquina de rotina no tratamento da COVID-19”.

No dia 22 de maio, a Organização Mundial de Saúde (OMS) suspendeu a cloroquina e hidroxicloroquina pois pacientes que recebem cloroquina ou hidroxicloroquina morrem mais do que os que não recebem: em pesquisa com 96.032 pacientes, os tratados com cloroquina ou hidroxicloroquina tinham um risco de 34 a 45% maior de perder a vida em comparação com os pacientes que não receberam estas drogas.

O  doutor Nelson Arns Neumann, coordenador internacional da Pastoral da Criança, médico, mestre em Epidemiologia e PhD em Saúde Pública, nos ajuda a compreender esta conta.


“Fazendo uma conta rápida com os dados dessa pesquisa: com um risco de até 45% mais pessoas perderem a vida por usarem estas drogas, se sem tratamento morressem 20.000 pessoas, com (hidroxi)cloroquina morreriam até 29.000 pessoas. Ou seja, essas 9.000 pessoas morreriam a mais não pelo vírus mas por terem usado este remédio”.

Por isso é muito importante que você não tome estes medicamentos para enfrentar o coronavírus nem permita que seus amigos e parentes tomem, mesmo que estejam internados em hospital.

Saiba mais aqui: https://www.pastoraldacrianca.org.br

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Fonte: Noticias da CNBB

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