Arquidiocese de Salvador

Nova Mesa Administrativa e Conselho Econômico Fiscal da Devoção do Senhor do Bonfim tomarão posse no dia 17

Foto: André Machado / Lumina Comunição Integrada

Uma Missa Solene no dia 17 de fevereiro, às 7h30, marcará a posse da nova Mesa Administrativa e do Conselho Econômico Fiscal da Devoção do Senhor do Bonfim. Durante a Celebração Eucarística que será presidida pelo reitor da Basílica Santuário, padre Edson Menezes os 36 Irmãos eleitos renovarão o compromisso com a Igreja e com a perenidade do culto ao Senhor do Bonfim e Nossa Senhora da Guia.

Após a Missa, será realizada uma sessão especial da Assembleia Geral Ordinária quando os eleitos assinarão o termo de posse. De acordo com o Estatuto da Devoção, o mandato para as funções administrativas tem a duração de quatro anos e pode ser renovado por mais um quadriênio. Atualmente, o dr. Francisco José Pitanga Bastos, 95º juiz da Irmandade, conduz os trabalhos na Colina Sagrada e será reconduzido ao cargo para mais um quadriênio à frente da Devoção.
A Devoção do Nosso Senhor do Bonfim foi criada em 1745 por um grupo de leigos católicos com objetivo de propagar no Brasil a devoção ao Senhor do Bonfim e a Nossa Senhora da Guia. O fundador foi o capitão da Marinha Mercante portuguesa, Teodhósio Rodrigues Farias, que após salvar-se de um naufrágio fez promessas de construir um templo nos mesmos moldes do existente na cidade de Setúbal, em Portugal.
Ao longo desses quase 274 anos, a Devoção do Senhor do Bonfim além de propagar a fé e promover o culto ao Senhor do Bonfim e a Nossa Senhora da Guia, deu valiosas contribuições para o desenvolvimento da capital baiana e para o Estado da Bahia. Ainda hoje, a Irmandade permanece fiel ao compromisso de cuidar de um dos principais patrimônios materiais e imateriais do Estado. Para o juiz da Irmandade, a Devoção do Senhor do Bonfim é uma referência de solidez na fé, num tempo de relações fluídas. “As rápidas mudanças porque passa a humanidade neste século XXI, tornam as instituições católicas como é o caso da nossa Devoção, paradigmas do equilíbrio e do bom senso”, considerou.

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